Chove Chuva!
Começou a chuva de novo aqui no Rio.
Sexta eu perdi um show do Pato Fu.
Domingo fiquei num labirinto de água
tentando achar uma rua que não estivesse alagada.
É vingança da natureza?
Incompetência dos governantes?
São as águas de março chegando antes - ou atrasadas?
Não sei. Li ontem que 2005 foi o ano mais quente da história da Terra.
Se continuar nesse ritmo vai haver mais catástrofes como o maremoto na Ásia, furacões nas Américas do Norte e Central, ondas de calor na Europa, esse tipo de tragédias que os evangélicos dizem ser sinal do apocalipse, os espíritas dizem ser renovação da Terra, os ecologistas dizem ser uma respostas da Terra á sua agressão e os maconheiros não dizem nada, só ficam curtindo a onda...
Mas deixa eu ir embora nadando!
terça-feira, janeiro 31, 2006
sábado, janeiro 28, 2006
Mais uma da série - músicas que falam sobre mim.
VIDA DIET
(Pato Fu)
A gente se acostuma com tudo
A tudo a gente se habitua
E até não ter um lugar
Dormir na rua
A tudo a gente se habitua
Me habituei ao pão light
À vida sem gás
O meu café tomo sem açúcar
E até ficar sem comer
Sem te ver
A gente custa mas se habitua
Sem giz, sem água
Sem paz, sem nada
Não vai ser diferente
Se eu me for de repente
Se o céu cai sobre o mundo
E o mar se abrir
Em um inferno profundo
Se acostumou sem querer
Ao salto alto
Salário baixo, à vida dura
E até ficar sem tv
É bom pra você
Televisão ninguém mais atura
::
Ontem eu veria o show deles,
não fosse a tempestade torrencial que caiu sobre o Rio e alagou tudo,
até a minha rua.
VIDA DIET
(Pato Fu)
A gente se acostuma com tudo
A tudo a gente se habitua
E até não ter um lugar
Dormir na rua
A tudo a gente se habitua
Me habituei ao pão light
À vida sem gás
O meu café tomo sem açúcar
E até ficar sem comer
Sem te ver
A gente custa mas se habitua
Sem giz, sem água
Sem paz, sem nada
Não vai ser diferente
Se eu me for de repente
Se o céu cai sobre o mundo
E o mar se abrir
Em um inferno profundo
Se acostumou sem querer
Ao salto alto
Salário baixo, à vida dura
E até ficar sem tv
É bom pra você
Televisão ninguém mais atura
::
Ontem eu veria o show deles,
não fosse a tempestade torrencial que caiu sobre o Rio e alagou tudo,
até a minha rua.
sexta-feira, janeiro 27, 2006
Nova Nação
(ou o fim do punch)
Nunca um show da Nação Zumbi foi tão perfeito como o último no Circo Voador, dia 20 de janeiro. Perfeito no sentido profissional da palavra: som nítido (apesar de bastante alto a ponto de distorcê-lo), iluminação maravilhosa, toda em cima da psicodelia em preto e branco do Futura, com uma lâmpada fosforescente em cada canto do palco, muito estrobo, sombras e fumaças, e o som da Nação Zumbi, cada vez tocando melhor e melhor e melhor, com mais personalidade e sem deixar um rótulo de pé depois de tocarem.
Mas... eu sempre tive medo que as bandas que eu gosto virassem uma merda, como aconteceu com o Raimundos, por exemplo. Ou que não gostasse mais da mesma maneira que antes, como com o Sepultura. Ou que o show não fosse mais tão bom, como com o Pato Fu. E esse show da Nação foi algo totalmente diferente dos últimos que vi, e do DVD Propagando. Lógico que é outro disco, outro show, outro dia, mês e ano, mas, ou eles estavam cansados, ou de saco cheio, ou eu estou ficando velho e nostálgico, o que deve ser mais provável.
Desde que Chico Science morreu a Nação ficou diferente, e não tinha como ser de outra maneira. Eu até hoje não tenho mais nenhum ídolo por causa desse fato. E esta mudança era uma coisa que eu vinha pensando ultimamente por causa dos sons que tenho baixado no Orkut. Baixei um show de Chico Science e Nação Zumbi no Festival de Montreaux, em 1995 ou 96, no lançamento do Afrociberdelia. Como o show deles era dançante, alegre, vivo! Uma celebração, um carnaval, uma festa! Chico era um frontman muito forte, no palco eram 7 pessoas mas ele dominava tudo, o palco e o público, sem ser metido e cheio de marra, de uma maneira simples. Ele era até meio farofeiro (no bom sentido), fazia uh-uh e mandava o público responder ao seu comando, dançava pra caramba, batia palma, essas coisas. Daí a tragédia que foi a sua morte. E a responsabilidade da Nação prosseguir e principalmente de Du Peixe ser o novo frontman foram muito pesadas. Eu que não queria estar no lugar dele!
Depois de um início onde pareciam perdidos no palco, eles acharam a maneira nova de entreter seus fãs, e fizeram muito bem. Até o surgimento de Los Sebosos Postizos, onde eles tocam Jorge Ben ''em tom menor''. Sentados num banquinho, sem a força dos tambores pra tacar fogo na audiência, o som é muito bom, mas a atitude de palco fica a desejar... Acho que essa nova fase deles vem um pouco daí, do ''tom menor''. No próprio DVD dá pra notar isso, como Du Peixe interage pouco com o público. O único momento que lembra Chico é quando Bola 8 canta Banditismo e Satélite na Cabeça.
Não tô aqui querendo comparar Du Peixe com Chico, nem ser saudosista e nostálgico como os roqueiros que acham que só os anos 70 prestam, mas a Nação deveria achar sua maneira de ser no palco, sem o peso que Chico possa estar exercendo - que eu penso não existir mais - nem o desânimo que eles vêm demonstrando.
Tudo isso é só porque eu amo a Nação Zumbi, tenho certeza que ela é a uma das melhores e mais inteligentes banda do Brasil, e mesmo que ela grave um cd acústico de axé com o Latino, vai continuar sendo ''a minha Nação''.
O SHOW
Eu nem sabia quem abriria o show quando entra Bnegão e Seletores de Freqüência. Foda! Nem uma hora de show mas tocaram muito. E ainda teve a já clássica Dança do Patinho.
A Nação começou com 3 do Futura - Hoje, Depois e Amanhã, Na Hora de Ir e Respirando, eu acho - num peso que não existe no disco, porém menor do que nas músicas antigas. Tocaram Risoflora de uma maneira ducaralho, com peso, uma barulheira da guitarra de Lúcio, que mesmo que todas essas bandinhas de hardcore se juntassem não conseguiram chegar nem perto. E ainda citaram Siba e Fuloresta no meio de Mormaço. Tocaram Ogan de Belê , que tem um clima parecido com o Futura, e terminaram com uma Mangetown e Da Lama Ao Caos tão arrastadas que se as pessoas que vão a show prestassem atenção no som e não em si próprias, não pulariam nem se bateriam tão desesperadamente. Mesmo com as ressalvas, eu prefiro mil vezes um show da Nação Zumbi do que dois do Dibob.
- Deveria ter duas fotos ilustrando este texto, mas a bosta do Blogger não está coloborando!
(ou o fim do punch)
Nunca um show da Nação Zumbi foi tão perfeito como o último no Circo Voador, dia 20 de janeiro. Perfeito no sentido profissional da palavra: som nítido (apesar de bastante alto a ponto de distorcê-lo), iluminação maravilhosa, toda em cima da psicodelia em preto e branco do Futura, com uma lâmpada fosforescente em cada canto do palco, muito estrobo, sombras e fumaças, e o som da Nação Zumbi, cada vez tocando melhor e melhor e melhor, com mais personalidade e sem deixar um rótulo de pé depois de tocarem.
Mas... eu sempre tive medo que as bandas que eu gosto virassem uma merda, como aconteceu com o Raimundos, por exemplo. Ou que não gostasse mais da mesma maneira que antes, como com o Sepultura. Ou que o show não fosse mais tão bom, como com o Pato Fu. E esse show da Nação foi algo totalmente diferente dos últimos que vi, e do DVD Propagando. Lógico que é outro disco, outro show, outro dia, mês e ano, mas, ou eles estavam cansados, ou de saco cheio, ou eu estou ficando velho e nostálgico, o que deve ser mais provável.
Desde que Chico Science morreu a Nação ficou diferente, e não tinha como ser de outra maneira. Eu até hoje não tenho mais nenhum ídolo por causa desse fato. E esta mudança era uma coisa que eu vinha pensando ultimamente por causa dos sons que tenho baixado no Orkut. Baixei um show de Chico Science e Nação Zumbi no Festival de Montreaux, em 1995 ou 96, no lançamento do Afrociberdelia. Como o show deles era dançante, alegre, vivo! Uma celebração, um carnaval, uma festa! Chico era um frontman muito forte, no palco eram 7 pessoas mas ele dominava tudo, o palco e o público, sem ser metido e cheio de marra, de uma maneira simples. Ele era até meio farofeiro (no bom sentido), fazia uh-uh e mandava o público responder ao seu comando, dançava pra caramba, batia palma, essas coisas. Daí a tragédia que foi a sua morte. E a responsabilidade da Nação prosseguir e principalmente de Du Peixe ser o novo frontman foram muito pesadas. Eu que não queria estar no lugar dele!
Depois de um início onde pareciam perdidos no palco, eles acharam a maneira nova de entreter seus fãs, e fizeram muito bem. Até o surgimento de Los Sebosos Postizos, onde eles tocam Jorge Ben ''em tom menor''. Sentados num banquinho, sem a força dos tambores pra tacar fogo na audiência, o som é muito bom, mas a atitude de palco fica a desejar... Acho que essa nova fase deles vem um pouco daí, do ''tom menor''. No próprio DVD dá pra notar isso, como Du Peixe interage pouco com o público. O único momento que lembra Chico é quando Bola 8 canta Banditismo e Satélite na Cabeça.
Não tô aqui querendo comparar Du Peixe com Chico, nem ser saudosista e nostálgico como os roqueiros que acham que só os anos 70 prestam, mas a Nação deveria achar sua maneira de ser no palco, sem o peso que Chico possa estar exercendo - que eu penso não existir mais - nem o desânimo que eles vêm demonstrando.
Tudo isso é só porque eu amo a Nação Zumbi, tenho certeza que ela é a uma das melhores e mais inteligentes banda do Brasil, e mesmo que ela grave um cd acústico de axé com o Latino, vai continuar sendo ''a minha Nação''.
O SHOW
Eu nem sabia quem abriria o show quando entra Bnegão e Seletores de Freqüência. Foda! Nem uma hora de show mas tocaram muito. E ainda teve a já clássica Dança do Patinho.
A Nação começou com 3 do Futura - Hoje, Depois e Amanhã, Na Hora de Ir e Respirando, eu acho - num peso que não existe no disco, porém menor do que nas músicas antigas. Tocaram Risoflora de uma maneira ducaralho, com peso, uma barulheira da guitarra de Lúcio, que mesmo que todas essas bandinhas de hardcore se juntassem não conseguiram chegar nem perto. E ainda citaram Siba e Fuloresta no meio de Mormaço. Tocaram Ogan de Belê , que tem um clima parecido com o Futura, e terminaram com uma Mangetown e Da Lama Ao Caos tão arrastadas que se as pessoas que vão a show prestassem atenção no som e não em si próprias, não pulariam nem se bateriam tão desesperadamente. Mesmo com as ressalvas, eu prefiro mil vezes um show da Nação Zumbi do que dois do Dibob.
- Deveria ter duas fotos ilustrando este texto, mas a bosta do Blogger não está coloborando!
terça-feira, janeiro 17, 2006

ORIGINAL OLINDA STYLE ROOTS!!
Eddie é du caralho! O show foi perfeito - música pra dançar, clima bom, todo mundo se divertindo.
E tudo isso por R$ 10,00!
Com o ingresso mais barato do U2 dava pra 20 pessoas verem o Eddie.
"Pode me chamar que eu vou
Eu vou
Quando me quiser eu vou
Eu vou
Eu já tô aí
Sem muita coisa pra levar
Sem quase nada pra fazer
Sem muita coisa pra dizer
E pra começar
Pode me chamar que eu vou
Você vai cair na festa
Você vai cair na festa
Com toda alegria que puder levar
Você vai cair na festa
Em todos os cantos,
Em todo lugar
Você vai cair na festa..."
segunda-feira, janeiro 16, 2006
ANO NOVO2006 começou frenético! Acho que nunca trabalhei tanto num início de ano. Duas estréias - Camila Baker e Norma -, todos os pepinos de produção pra resolver, mas tá sendo ótimo.
Fiz 29 anos, meu aniversário foi do caralho, todos os meus amigos lembraram, pelo telefone, Orkut, pessoalmente ou mentalmente.
Ainda bem que nem parece que tenho quase 30 anos, senão eu tava pirando. Nunca tive tanta certeza do que quero, e faz tempo que não me sentia tão bem quanto agora.
Tô aprendendo a me controlar, a não ficar triste a toa, a ser mais adulto em certas coisas, a saber pra onde ir. Eu tô ficando muito foda! :)
Preciso só deixar de ser preguiçoso e fazer mais exercícios!
sexta-feira, dezembro 23, 2005
NATAL!
Não sou fã de Natal.
Gostava muito quando era criança, por que era a época de rever meus parentes, ganhar presentes, festa em família, essas coisas de propaganda de margarina.
Com o crescimento, o desmantelamento das relações, o ceticismo, o anti-comercialismo e tudo o mais que se manisfestou em mim, fui achando o Natal muito chato. Pior, sem sentido nenhum, a não ser o de vender mais e mais.
Mas ainda compro presentes pra quem eu gosto (comercialismo selvagem), não desejo muitos "Feliz Natal" pra não ser hipócrita, e la nave va...
Não sou fã de Natal.
Gostava muito quando era criança, por que era a época de rever meus parentes, ganhar presentes, festa em família, essas coisas de propaganda de margarina.
Com o crescimento, o desmantelamento das relações, o ceticismo, o anti-comercialismo e tudo o mais que se manisfestou em mim, fui achando o Natal muito chato. Pior, sem sentido nenhum, a não ser o de vender mais e mais.
Mas ainda compro presentes pra quem eu gosto (comercialismo selvagem), não desejo muitos "Feliz Natal" pra não ser hipócrita, e la nave va...
quarta-feira, dezembro 21, 2005
Como vou mudar meu perfil no Orkut, e como gosto muito desse texto, resolvi colocá-lo aqui.
Votar é fazer parte da massa de manobra,
ser mais um gado contente por ir pro abate,
é tirar certificado de otário,
pois por mais esperança e otimismo que possa haver,
todo mundo sabe que seu voto não vale NADA!
É só mais um número para confirmar o que já foi decidido pelos "comandos em mesa de vidro", com ternos caros pagos pelo auxílio-paletó e uisques importados presenteados pelas partes interessadas, que só são denunciados quando alguém não lucrou o suficiente com a jogada ou vai ganhar mais ainda denunciando, o que geralmente é a regra.
Não adianta sermos enganados por nós mesmos.
Tudo só muda a partir do povo, mas que povo é esse?
Brasileiro é ´samba, suor e cerveja'?
Futebol, televisão e praia?
Será que só ficamos com o pior da colonização?
Os argentinos, que todo brasileiro odeia justamente por causa do futebol e do Galvão Bueno, por muito menos, saíram às ruas com panelas, brigando e morrendo pelos seus direitos. E também sofreram uma colonização de exploração, como toda a América Latina, aliás.
Por isso eu não voto mais!
Não votei no Lula na última eleição(mas torço pra que ele ou qualquer outro presidente dê certo), não votei no Fernando Henrique, NÃO votarei nesse referendo rídiculo, que quer passar para a população uma responsabilidade que é de toda a sociedade, incluside dos políticos e fabricantes de armas, e não votarei nunca mais em ninguém enquanto não mudar as regras do jogo.
Mas agora vamos relaxar, pessoal!
Tá sol, vamos pra praia tomar um cervejinha, bater um futebol, comer um churrasco,
que isso é o que importa, não é mesmo?
Laiá laiá, laiá laiá...
Algumas pessoas me escreveram, dizendo que não votar é aceitar passivamente a situação do país, mas é a minha opinião. Se é a melhor não importa, é a minha opinião, é o que eu acho que pode mudar a situação. Mas se não mudar é por que a gente tem a vida que merece. Ou não!
(baixou o Caetano em mim).
Votar é fazer parte da massa de manobra,
ser mais um gado contente por ir pro abate,
é tirar certificado de otário,
pois por mais esperança e otimismo que possa haver,
todo mundo sabe que seu voto não vale NADA!
É só mais um número para confirmar o que já foi decidido pelos "comandos em mesa de vidro", com ternos caros pagos pelo auxílio-paletó e uisques importados presenteados pelas partes interessadas, que só são denunciados quando alguém não lucrou o suficiente com a jogada ou vai ganhar mais ainda denunciando, o que geralmente é a regra.
Não adianta sermos enganados por nós mesmos.
Tudo só muda a partir do povo, mas que povo é esse?
Brasileiro é ´samba, suor e cerveja'?
Futebol, televisão e praia?
Será que só ficamos com o pior da colonização?
Os argentinos, que todo brasileiro odeia justamente por causa do futebol e do Galvão Bueno, por muito menos, saíram às ruas com panelas, brigando e morrendo pelos seus direitos. E também sofreram uma colonização de exploração, como toda a América Latina, aliás.
Por isso eu não voto mais!
Não votei no Lula na última eleição(mas torço pra que ele ou qualquer outro presidente dê certo), não votei no Fernando Henrique, NÃO votarei nesse referendo rídiculo, que quer passar para a população uma responsabilidade que é de toda a sociedade, incluside dos políticos e fabricantes de armas, e não votarei nunca mais em ninguém enquanto não mudar as regras do jogo.
Mas agora vamos relaxar, pessoal!
Tá sol, vamos pra praia tomar um cervejinha, bater um futebol, comer um churrasco,
que isso é o que importa, não é mesmo?
Laiá laiá, laiá laiá...
Algumas pessoas me escreveram, dizendo que não votar é aceitar passivamente a situação do país, mas é a minha opinião. Se é a melhor não importa, é a minha opinião, é o que eu acho que pode mudar a situação. Mas se não mudar é por que a gente tem a vida que merece. Ou não!
(baixou o Caetano em mim).
quarta-feira, dezembro 07, 2005
O Trabalho Dignifica O Homem (?)
Tô trabalhando muito esta semana. Gosto muito do meu trabalho, adoro produção de teatro, é uma pena eu ser tão mal remunerado. Mas vai melhorar!
O que eu queria mesmo é poder trabalhar sem pensar em grana. Ser mega-multi-milionário e trabalhar por hobby. Mas por enquanto eu vou ralando.
Tô trabalhando muito esta semana. Gosto muito do meu trabalho, adoro produção de teatro, é uma pena eu ser tão mal remunerado. Mas vai melhorar!
O que eu queria mesmo é poder trabalhar sem pensar em grana. Ser mega-multi-milionário e trabalhar por hobby. Mas por enquanto eu vou ralando.
sábado, dezembro 03, 2005
Anos de Meditação no banheiro e Peregrinações pelos bares
para ajudar-vos-lhe[!].
texto tirado do www.flogao.com.br/visualtrash
..Alguns chavões, um e outro pronome equivocado, conjugações verbais inventadas e muitas palavras sem sentido e letras maiúsculas aleatórias para dar Importância e Credibilidade. Eu também quero fazer meu manual de auto-ajuda.Na Verdade, eu queria abrir uma Religião, que dá muito mais Cascalho e ainda manda para o céu. Mas, por enquanto, vou lançando a filosofia do Felipismo, para ver se eu arrebanho algumas ovelhas - inteligentes, de preferência -, com uma mãozinha do meu ANTI-MANUAL DE AUTO-AJUDA.
* Antes rico com Saúde do que pobre e Doente;
* Se alguém passar-lhe o pé, levanta-se e caminha. Sempre há outro, mais a frente, disposto a fazer-lhe o mesmo;
* Se estiverdes sem carinho, amor e companhia, não esmoreças. Lembrai-vos: Masturbação é sempre gratuita;
* Não existe fórmula para a Felicidade. Para ser infeliz, bastai-vos-lhe estar Desempregado e sem Dinheiro.
* Para ser empregado, basta-lhe apenas retidão, abnegação e abrir-vos a mão de qualquer orgulho. Já para liderar e ser dono, é preciso Mandar-lhes e Explorar-lhes.
* Lembrai-vos: só se vive uma vez. Só sete porcento-lhes das pessoas melhoram de vida. Torça pela Desgraça de 93 de cada Ser Humano que conheça.
* Se estiveres na escuridão, pague a conta de luz. Se estiverdes com fome, file-vos um almoço no vizinho. Caso tenhares frio, uma Vodka mineira resolve.
...Sei la ... [ inutilidades para horas certas ]
para ajudar-vos-lhe[!].
texto tirado do www.flogao.com.br/visualtrash
..Alguns chavões, um e outro pronome equivocado, conjugações verbais inventadas e muitas palavras sem sentido e letras maiúsculas aleatórias para dar Importância e Credibilidade. Eu também quero fazer meu manual de auto-ajuda.Na Verdade, eu queria abrir uma Religião, que dá muito mais Cascalho e ainda manda para o céu. Mas, por enquanto, vou lançando a filosofia do Felipismo, para ver se eu arrebanho algumas ovelhas - inteligentes, de preferência -, com uma mãozinha do meu ANTI-MANUAL DE AUTO-AJUDA.
* Antes rico com Saúde do que pobre e Doente;
* Se alguém passar-lhe o pé, levanta-se e caminha. Sempre há outro, mais a frente, disposto a fazer-lhe o mesmo;
* Se estiverdes sem carinho, amor e companhia, não esmoreças. Lembrai-vos: Masturbação é sempre gratuita;
* Não existe fórmula para a Felicidade. Para ser infeliz, bastai-vos-lhe estar Desempregado e sem Dinheiro.
* Para ser empregado, basta-lhe apenas retidão, abnegação e abrir-vos a mão de qualquer orgulho. Já para liderar e ser dono, é preciso Mandar-lhes e Explorar-lhes.
* Lembrai-vos: só se vive uma vez. Só sete porcento-lhes das pessoas melhoram de vida. Torça pela Desgraça de 93 de cada Ser Humano que conheça.
* Se estiveres na escuridão, pague a conta de luz. Se estiverdes com fome, file-vos um almoço no vizinho. Caso tenhares frio, uma Vodka mineira resolve.
...Sei la ... [ inutilidades para horas certas ]
sexta-feira, dezembro 02, 2005
Fim De Semana!
Vai ter Pearl Jam e eu não vou (por que não quero)
Como hoje já está chovendo, não vai ter praia!
É, parece que vai ser ótimo...

Li nesta semana (entre sábado e ontem) o famigerado "Código Da Vinci", e até que é legal. Não me prendeu tanto como "Harry Potter", mas tem umas teorias interessantes e é um bom passatempo. Eu e Regina recomendamos (com o pescoço de lado e tudo!)
Vai ter Pearl Jam e eu não vou (por que não quero)
Como hoje já está chovendo, não vai ter praia!
É, parece que vai ser ótimo...

Li nesta semana (entre sábado e ontem) o famigerado "Código Da Vinci", e até que é legal. Não me prendeu tanto como "Harry Potter", mas tem umas teorias interessantes e é um bom passatempo. Eu e Regina recomendamos (com o pescoço de lado e tudo!)
quinta-feira, dezembro 01, 2005
terça-feira, novembro 22, 2005

Na Alma
Quarta-feira, sozinho em casa. Acabei de chegar de uma jornada emocional. Ir pra São Paulo sempre me afeta muito, de uma maneira que não consigo verbalizar.
Coloco o DVD d’O Rappa pra tocar.
Preparo meu café.
Sento pra comer antes de ir trabalhar.
Toca "Mar de Gente".
Eu desabo.
Choro.
Me limpo.
Parece que tiro um peso do peito.
Parece que nunca tinha prestado atenção nessa música, nessa letra.
Ou então, ela nunca tinha feito tanto sentido.
Sempre penso que só eu sou atingido dessa maneira pela música.
Mas não sou o único.
Espero que não.
Mar De Gente - O Rappa
by Marcelo Falcão/Marcelo Lobato/Xandão/Lauro Farias
Brindo à casa
Brindo à vida
Meus amores
Minha família
Atirei me ao mar
Mar de gente
onde eu mergulho sem receio
Mar de gente
onde eu me sinto por inteiro
Eu acordo com uma ressaca guerra
Explode na cabeça
E eu me rendo
a um milagroso dia
Essa é a luz que eu preciso
luz que ilumina, cria
e nos dá juizo
Lutar com a maré
sem se distrair
Tristeza e pesar
sem se entregar
Mal. Mal vai passar
Mal vou me abalar
Esperando
verdades de criança
Um momento bom
como
Lutar com a maré
sem se distrair
Navegar é preciso
Se não a rotina te cansa
Tristeza e pesarsem se entregar
Interesses na Babilônia
nevoeiro
Poços em chamas
tiram proveito
Passa passa passa passa passa
É passageiro
Arte ainda se
mostra primeiro
Uma onda segue
a outra assim o mar
olha pro mundo.
segunda-feira, novembro 21, 2005
domingo, novembro 20, 2005
O Dia da Vingança!
Sou fã da revista TPM, que é um revista feminina/feminista muito bacana, moderna, inteligente e principalmente bem-humorada. Muito do bom humor vem da Nina Lemos, que é uma das garotas do 02 Neurônio e também responsável pela coluna "Badulaque", que entre outras coisas tem "A Não Entrevista do Mês". Hilária!!
Fuçando no site da TPM vi estas dicas de como irritar o povo de telemarketing. Tem coisa mais chata que ser importunado por alguém tentando te empurrar algo?
Uma vez um cara do JB queria que eu fizesse assinatura do jornal e eu "estaria ganhando" um aparelho de DVD. Eu disse que não tinha televisão, o que faria com o DVD? Ele parece que nem ouviu o que eu disse, repetiu tudo. Eu falei de novo que não tinha tv, e desliguei.
É foda porque eu sei que as pessoas estão trabalhando, tentando ganhar o seu honestamente, mas agir feito um robô não dá! Até já pensei em trabalhar com isso, pra conciliar a vida teatral sem grana com um trabalho com grana, mas quando saí do transe, vi que é uma roubada trabalhar enganando os outros. Imagina eu, que não consigo vender nem água no deserto, vendendo algo por telefone?
Como irritar um operador de telemarketing
Depois de estudar atentamente os manuais de telemarketing (é sério), bolamos estratégias infalíveis (e cruéis) para você se livrar da praga. Experimente sem dó!!!
Do site da revista TPM - http://www.revistatpm.com.br
por Bruno Torturra Nogueira
1. Imite alguém famoso
Uma das primeiras perguntas dos serviços de telemarketing é: "Com quem estou falando?". Responda na hora: "Silvio Santos, rarái!". Ou imite alguém famoso de sua preferência e tente levar a conversa normalmente. Ele vai ficar confuso e desligar. Funciona sempre.
2. Finja-se de gago
Se um atendente perde muito tempo com um cliente, é tido como improdutivo e corre o risco de perder o emprego. Use isso a seu favor. Logo na primeira resposta, dê início a uma gagueira insuportável, daquelas em que se leva mais de um minuto para terminar um simples "obrigado". Em dois tempos o atendente desliga.
3. Jogue com as armas dele/dela
Assim que o operador se apresentar, emende: "Desculpe interrompê-lo, mas não posso falar agora. Por que você não me deixa o telefone da sua casa que eu ligo mais tarde, depois das dez da noite?". O telemarketeiro fatalmente dirá que não pode fazer isso e nessa hora você inicia um discurso sobre as inconveniências de ser importunado no sossego do lar. Tenha certeza de que ele/ela desligará antes de você.
4. Chá de cadeira
Diga na primeira oportunidade: "Espere um minutinho, sim?". Deixe o telefone de lado e aproveite para fazer um chá, lavar louça. De minuto em minuto, convém voltar ao gancho e dizer: "Só mais um minutinho, tá oquêi?".
5. Finja-se de surdo
Qualquer coisa que lhe for dita ao telefone responda com um sonoro: "O quê?!", ou "Como?!", ou "Não escutei...". Nunca responda outra coisa. Um dos mais eficazes métodos.
6. Responder tudo na língua do pê
Nenhum manual de telemarketing diz o que fazer quando o cliente só se comunica na língua do pê. Nossos interlocutores desistem já na segunda frase do diálogo.
7. Conte a história da sua vida
Dê uma de carente. Qualquer pergunta que o atendente fizer deve ser respondida com desabafos, casos longos e monótonos de sua vida e confissões de carência. "Que bom que você ligou... há tempos que eu só conversava com meus periquitos..." Pergunte se o atendente não quer ser seu melhor amigo. Peça para ele jurar que a partir de hoje ele vai te ligar todos os dias. Nunca mais ele liga.
8. Peça socorro
Interrompa o atendente e diga que você está sendo seqüestrado, que sua casa está
em chamas e que seu filho está tentando o suicídio. Peça desesperadamente para o
atendente chamar a polícia e os bombeiros e desligue em seguida.
9. Aja como em um trote
Duvide de que se trata de um telefonema real. Diga coisas como: "Ah, Meio-Quilo, pára de sacanagem! Eu sei que é trote!". Insista fanaticamente nessa idéia até que o atendente desista de você.
10. Simule uma masturbação
Assim que o atendente terminar a primeira frase diga coisas como: "Isso, hummm, continua, vai, não pára, não. Ohhhhhhhh".
Bom aproveito. Depois diga-me como foi a sua experiência (mal posso esperar pra alguém me ligar. Como disse minha amiga Cris "- Acho que vou ligar pra Claro agora e pedir pra eles me ligarem.").
Sou fã da revista TPM, que é um revista feminina/feminista muito bacana, moderna, inteligente e principalmente bem-humorada. Muito do bom humor vem da Nina Lemos, que é uma das garotas do 02 Neurônio e também responsável pela coluna "Badulaque", que entre outras coisas tem "A Não Entrevista do Mês". Hilária!!
Fuçando no site da TPM vi estas dicas de como irritar o povo de telemarketing. Tem coisa mais chata que ser importunado por alguém tentando te empurrar algo?
Uma vez um cara do JB queria que eu fizesse assinatura do jornal e eu "estaria ganhando" um aparelho de DVD. Eu disse que não tinha televisão, o que faria com o DVD? Ele parece que nem ouviu o que eu disse, repetiu tudo. Eu falei de novo que não tinha tv, e desliguei.
É foda porque eu sei que as pessoas estão trabalhando, tentando ganhar o seu honestamente, mas agir feito um robô não dá! Até já pensei em trabalhar com isso, pra conciliar a vida teatral sem grana com um trabalho com grana, mas quando saí do transe, vi que é uma roubada trabalhar enganando os outros. Imagina eu, que não consigo vender nem água no deserto, vendendo algo por telefone?
Como irritar um operador de telemarketing
Depois de estudar atentamente os manuais de telemarketing (é sério), bolamos estratégias infalíveis (e cruéis) para você se livrar da praga. Experimente sem dó!!!
Do site da revista TPM - http://www.revistatpm.com.br
por Bruno Torturra Nogueira
1. Imite alguém famoso
Uma das primeiras perguntas dos serviços de telemarketing é: "Com quem estou falando?". Responda na hora: "Silvio Santos, rarái!". Ou imite alguém famoso de sua preferência e tente levar a conversa normalmente. Ele vai ficar confuso e desligar. Funciona sempre.
2. Finja-se de gago
Se um atendente perde muito tempo com um cliente, é tido como improdutivo e corre o risco de perder o emprego. Use isso a seu favor. Logo na primeira resposta, dê início a uma gagueira insuportável, daquelas em que se leva mais de um minuto para terminar um simples "obrigado". Em dois tempos o atendente desliga.
3. Jogue com as armas dele/dela
Assim que o operador se apresentar, emende: "Desculpe interrompê-lo, mas não posso falar agora. Por que você não me deixa o telefone da sua casa que eu ligo mais tarde, depois das dez da noite?". O telemarketeiro fatalmente dirá que não pode fazer isso e nessa hora você inicia um discurso sobre as inconveniências de ser importunado no sossego do lar. Tenha certeza de que ele/ela desligará antes de você.
4. Chá de cadeira
Diga na primeira oportunidade: "Espere um minutinho, sim?". Deixe o telefone de lado e aproveite para fazer um chá, lavar louça. De minuto em minuto, convém voltar ao gancho e dizer: "Só mais um minutinho, tá oquêi?".
5. Finja-se de surdo
Qualquer coisa que lhe for dita ao telefone responda com um sonoro: "O quê?!", ou "Como?!", ou "Não escutei...". Nunca responda outra coisa. Um dos mais eficazes métodos.
6. Responder tudo na língua do pê
Nenhum manual de telemarketing diz o que fazer quando o cliente só se comunica na língua do pê. Nossos interlocutores desistem já na segunda frase do diálogo.
7. Conte a história da sua vida
Dê uma de carente. Qualquer pergunta que o atendente fizer deve ser respondida com desabafos, casos longos e monótonos de sua vida e confissões de carência. "Que bom que você ligou... há tempos que eu só conversava com meus periquitos..." Pergunte se o atendente não quer ser seu melhor amigo. Peça para ele jurar que a partir de hoje ele vai te ligar todos os dias. Nunca mais ele liga.
8. Peça socorro
Interrompa o atendente e diga que você está sendo seqüestrado, que sua casa está
em chamas e que seu filho está tentando o suicídio. Peça desesperadamente para o
atendente chamar a polícia e os bombeiros e desligue em seguida.
9. Aja como em um trote
Duvide de que se trata de um telefonema real. Diga coisas como: "Ah, Meio-Quilo, pára de sacanagem! Eu sei que é trote!". Insista fanaticamente nessa idéia até que o atendente desista de você.
10. Simule uma masturbação
Assim que o atendente terminar a primeira frase diga coisas como: "Isso, hummm, continua, vai, não pára, não. Ohhhhhhhh".
Bom aproveito. Depois diga-me como foi a sua experiência (mal posso esperar pra alguém me ligar. Como disse minha amiga Cris "- Acho que vou ligar pra Claro agora e pedir pra eles me ligarem.").
sexta-feira, novembro 18, 2005
TODO CHEFE É FILHO DA PUTA!
Tenho quase certeza disso, pois na minha longa carreira trabalhista só tive chefe desse tipo, uns mais, outros menos, mas todos FDP!
- Tem o tipo legal, que faz gracinhas, sai contigo, até dá aumento, mas nunca paga o que você merece de verdade;
- Tem o tipo emocional, que age como se realmente se importasse com você, com sua vida, se preocupa com sua saúde, te chama pra ir na casa dele.
- E o FDP real, que te fode de toda maneira, ganha grana nas suas costas, dá bronca à toa, não te paga nada e ainda finge que trabalha.
Esse é o tipo que tenho atualmente. Mas uma hora essa porra tem que melhorar! Nem que seja eu a virar o chefe e foder todo mundo.
"Eu sou guerreiro - guerreiro ninja
Sou trabalhador
E todo dia
Vou encarar
Com fé em Deus e na minha batalha
Espero estar bem longe
Quando tudo isso passar"
O Rappa - Lado B Lado A
Tenho quase certeza disso, pois na minha longa carreira trabalhista só tive chefe desse tipo, uns mais, outros menos, mas todos FDP!
- Tem o tipo legal, que faz gracinhas, sai contigo, até dá aumento, mas nunca paga o que você merece de verdade;
- Tem o tipo emocional, que age como se realmente se importasse com você, com sua vida, se preocupa com sua saúde, te chama pra ir na casa dele.
- E o FDP real, que te fode de toda maneira, ganha grana nas suas costas, dá bronca à toa, não te paga nada e ainda finge que trabalha.
Esse é o tipo que tenho atualmente. Mas uma hora essa porra tem que melhorar! Nem que seja eu a virar o chefe e foder todo mundo.
"Eu sou guerreiro - guerreiro ninja
Sou trabalhador
E todo dia
Vou encarar
Com fé em Deus e na minha batalha
Espero estar bem longe
Quando tudo isso passar"
O Rappa - Lado B Lado A
quinta-feira, novembro 10, 2005

VICIADO!!
Não é o disco que se espera da Nação Zumbi. Os tambores estão mais baixos, as guitarras menos gritantes, não é pra pogar no show. Mas FUTURA é viciante! É o típico disco que, quanto mais se escuta, mais se quer escutar. Minha primeira impressão foi: "Fudeu! Eles fizeram um disco ruim!". Juro que eu pensei isso, afinal o disco é todo climático, não tem o batuque que a gente tá acostumado. Climático não seria o termo correto, tem muitos elementos eletrônicos, batidas diferentes do tradicional maracatu, eles viajaram no som - no bom sentido.
Chico Science era dia, sol, alegria, som pra se escutar na praia, tomando cerveja.
Nação Zumbi é noite, clima, diversão, pra se dançar no auge da festa.
O cd CSNZ é a síntese disso, ali eles meio que definiram o caminho que seguiriam sem Chico, mesmo que inconscientemente. E com este Futura eles confirmaram esta escolha: é um disco pra adultos, pra pessoas atenadas nos sons novos, não é rock pra molecada. Tô bastante curioso pra vê-los ao vivo, como eles vão resolver a parte eletrônica, os beats, sints e game-boys.
Escute "Na Hora de Ir", que vai num crescendo, com Pupillo arrebentando na batera, parece que as caixas de som vão arrebentar, "Memorando", a que mais se parece com a Nação que a gente tá acostumado, um som bem dançante, com um violão à la Jorge Ben - será influência de Los Sebosos Postizos? - e "O Expresso da Elétrica Avenida", mezzo surf music, mezzo eletrônica, mezzo hardcore. Bem, ouça o disco todo, porque
SÓ NAÇÃO ZUMBI EXPULSA DEMÔNIOS DAS PESSOAS!
quarta-feira, novembro 09, 2005

NADA MUDA!
Estou lendo este livro, publicado em 1977 - ano em que eu nasci. São crônicas engraçadíssimas sobre o Brasil nos anos 70, com sua corrupção, censura, enchentes, incompetência política, esse tipo de coisa. Ou seja, sobre o país de 2005.
Alguns setores tiveram uma melhora considerável, já não temos a máquina da censura funcionando como antes, mas em outros... Parece que nada muda, a política continua a mesma merda, as cidades continuam do mesmo jeito, o povo apático, enfim. Estamos quase nos anos 70. Ou, se preferirmos, no século XVIII, XVII, por que eu acho que sempre foi assim e sempre será.
Sou meio cético quanto à situação melhorar, pois não vejo nenhum setor da sociedade se mobilizar para nada, nem mesmo em causa própria. Não acredito nem no MST, pois toda ideologia, por mais bela que seja, acaba sendo deturpada pela grana, ganância, ambição e politicagem. Crescer me fez um cara totalmente sem fé , mesmo eu amando a arte e vendo coisas belas sendo feitas. Mas ao olhar o ser humano de um modo geral, fico sempre com o pé atrás. Vejo muita burrice, falta de vontade e apatia, e me coloco na roda também, não sou melhor que ninguém não, só penso um pouco diferente da maioria.
"Até quando esperar
a plebe ajoelhar
esperando a ajuda do
divino Deus?"
terça-feira, novembro 08, 2005
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Cansaço!



